Nossos produtores

Procuramos vinhos que tenham uma história e um ponto de vista. Os nossos produtores respeitam os processos de vinha e vinificação que passam em cada copo.

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António Madeira

Antonio Madeira, francês luso-descendente , tem as suas raízes familiares no sopé da Serra da Estrela, sub-região do Dão. Nestas terras altas, Antonio acredita que se encontra o coração histórico do Dão, a zona que apresenta maior potencial para vinhos de guarda, a zona onde os vinhos se mostram mais finos, frescos, austeros e minerais.

Desde 2010, Antonio Madeira tem vindo a pesquizar nesta sub-região os sítios que os nossos antepassados elegeram como os melhores para vinha, aqueles que poderíamos chamar de « Grands Crus do Dão serrano ». Tem assim vindo a encontrar uma serie de vinhas velhas que se destacam pela genuinidade das suas castas, pela características e nuances dos seus solos graníticos onde mergulham profundamente as suas raízes e pelas exposições solares.

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João Tavares de Pina

João faz vinhos singulares feitos com conhecimento e taninos aguçados, por alguém que pensa pela sua própria cabeça e se investe numa defesa da (sua) terra e das suas componentes autóctones, contra a massificação de um gosto em prol de interesses que destroem a identidade local. O resultado são vinhos impregnados de carácter que não passam desapercebidos, alguns revelando o potencial de envelhecimento e outros a energia do Dão.

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Olival da Murta

A Quinta do Olival da Murta é uma estrutura agrícola tradicional de natureza familiar, desenvolvida ao longo de quatro gerações. Encontra-se situada a 80 Km da Cidade de Lisboa, junto à Serra de Montejunto.

Como é característico destes espaços rurais, em torno da produção principal de uva e vinho, surgiu ao longo do tempo uma grande variedade de actividades complementares que, de forma orgânica, integram uma unidade diversificada e rica em histórias e saberes tradicionais. Uma história que hoje nos ensina de novo a respeitar a natureza e a valorizar a utilização de métodos de produção ambientalmente sustentáveis.

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Viúva Gomes

A Adega Viúva Gomes, fundada em 1808, está situada em Almoçageme, freguesia de Colares, num perímetro vinícola demarcado em 1908, caracterizado pelas dunas e solos arenosos, presentes no litoral do concelho de Sintra, entre a Serra e o Oceano Atlântico, desde o Cabo da Roca a Magoito.

Os Viúva Gomes são vinhos de carácter vibrante pela especificidade do seu terroir, caracterizado pelas tempestades marítimas e influência da Serra de Sintra. Uma região temperamental, situada em cima do Oceano Atlântico, proporcionando vinhos frescos e salinos, de estrutura leve e elevada acidez.

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Quinta do Javali

A Quinta do Javali é uma pequena propriedade de cerca de 18ha destinados a plantação de vinha. Localiza‑se junto à margem esquerda do rio Douro na freguesia de Nagoselo do Douro – S. João da Pesqueira, num local com tradição vinhateira desde o início da produção de vinho do Porto para exportação, no fim do séc. XVII princípio do séc. XVIII.

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Arribas Wine

O projeto Arribas Wine Company começou em 2017, quando Frederico Machado e Ricardo Alves decidiram após várias experiências nacionais e internacionais que havia chegado o momento de desenvolver um projeto mais pessoal e que refletisse a sua filosofia. A procura pela diversidade e por um spot de características ímpares, levou-os a Bemposta, aldeia do concelho de Mogadouro, terra dos avós de um dos fundadores. Nesse local encontraram vinhas muito antigas, algumas voltadas ao abandono devido à idade dos seus proprietários. É da regeneração da primeira parcela, menos de 2 há, que surge o primeiro vinho – Saroto.

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Penhó

Os Vinhos Penho são vinhos artesanais naturais produzidos a partir de uvas da Quinta de Penhó, localizada na região no Norte de Portugal, onde as vinhas de família se encontram.

No topo de uma montanha e com vista sobre um lindíssimo vale, as vinhas produzem as uvas que se transformam no nosso vinho agora e, esperamos, por anos vindouros.

O vinho é produzido de forma natural e com intervenção mínima, resultando em vinhos naturais únicos, com níveis muito baixos de sulfitos.

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Suba

Peluda vinhos é um novo projeto criado pela mais recente geração de uma família de produtores de vinhos tradicionais, que já existe há mais de 20 anos. As suas quintas, entre elas, possuem 17 hectares de vinha nova e velha na zona de Mondim de Basto e Ribeira de Pena. Os SUBA são Pet Nats (Pétillant Naturel) que surgiram do gosto destes produtores por vinhos não filtrados e pelos métodos ancestrais da região.

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Vinhos Aparte

O que começou como um projeto de tese para três amigos que frequentavam a escola de enologia juntos tornou-se um dos projetos de vinho natural mais estimulantes em Portugal. Vinhos Aparte traz uma estética punk-rock / grafiteira para sua vinificação, e isso se mostra em seus vinhos extravagantes, frescos, frutados e tão funky. Eles podem ser exploradores loucos por uvas em diversão e loucura à base de vinho, mas são muito sérios quando se trata de fazer vinhos extraordinários.

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Humus

Os vinhos Humus são produzidos na Quinta do Paço, propriedade familiar desde há muito ligada ao vinho. Situada na região demarcada de Óbidos, entre o Oceano Atlântico e a Serra dos Candeeiros, desfruta de condições de solo e clima únicas, difíceis, mas também desafiantes e que permitem elaborar vinhos frescos, com capacidade de guarda, elegância e personalidade. As vinhas não se estendem a perder de vista. São pequenas e cuidadas, 10 hectares, cultivados em agricultura biológica.

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Quinta do Montalto

A Quinta do Montalto, pertencente à mesma família há 5 gerações, possui na sua totalidade cerca de 50ha, entre vinhas, olivais, pomares e florestas, formando um magnífico mosaico na paisagem.

Inserida na grande região vitivinícola de Lisboa, os cerca de 15,5 ha de vinhas implantadas em encostas de solos argilo-calcários com excelente exposição solar, produzem vinhos com direito à Denominação de Origem Encostas D’Aire.

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Quinta do Romeu

A Quinta do Romeu pertence à família Menéres desde 1874. Entretanto está na 5ª geração. As vinhas, os olivais, os sobreirais e duas ribeiras convivem no Romeu entrelaçados de forma natural, formando um mosaico vivo. Cultiva 25 ha de vinhas que são, literalmente, aquelas que se encontram mais a norte na região demarcada do Douro. Embora com o carácter robusto do Douro, têm a elegância e a frescura deste local diferenciado. Há no Romeu uma grande dedicação à qualidade da uva e, na adega, tudo acontece com um mínimo de interferência. As fermentações dos tintos são feitas em lagares de granito, as leveduras indígenas, as quantidades de SO2 utilizadas reduzidas e a maioria das madeiras de estágio são usadas. Toda a agricultura na Quinta do Romeu é biológica, certificada. Em 2012 converteuse a quinta à biodinâmica. No Romeu nada é plano. Nem a paisagem, nem o clima, nem as pessoas… nem os aromas!

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Quinta de San Michel

A Quinta de San Michel, em Janas – em pleno coração da freguesia de S. Martinho, (hoje união de freguesias de Sintra), surge com o intuito de dar uma nova vida à região. As vinhas crescem entre o Oceano Atlântico a Serra de Sintra com os 2 hectares de Quinta, tem astante bem definido um grande objetivo – contribuir para o rejuvenescimento da região, produzindo as castas típicas do antigamente e claro, fazer e produzir um bom vinho.

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Duckman

O João Pato, original, viveu entre 1920 a 1984 e renasceu em 2018 no espírito do Duckman. O espírito Duckman não é fácil de definir, é uma mistura de herança dos antepassados da famila Pato com um espírito
inter-geracional de olhar o mundo em geral e o vinho em particular. Para além disso definiu-se como sendo um ART-isanal Wine Project que pretende levantar questões sobre os costumes e tendências associados ao mundo… e também o do vinho.

Os vinhos aqui apresentados resultam da utilização exclusiva de uvas produzidas pela família, de castas autóctones (região Bairrada), de pequenas edições e revelam sensações inesperadas que despertam questões!? Minimizamos a utilização de sulfuroso, nem sempre os vinhos são filtrados e os vinhos são vegan (não recorrendo a nenhum produto de origem animal durante todo o processo de fabrico).

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Daughter’s of Madness

Cider Diver a cidra de assinatura de Daughters of Madness.

Os proprietários Luke, que trouxe o conhecimento e experiência de produção de Cidra artesanal do seu país de origem, Estados Unidos da América, para Portugal e Joana, a sua esposa, responsável pela criatividade, tendo desenhado o rótulo, e pela gestão do negócio.

Produzido no Cadaval a partir de um blend de maças portuguesas fermentadas a temperatura controlada, de forma a preservar toda a fruta.

Cider Diver é uma cidra original incomparável às de grande produção.

Atlas Wines

Filippo Pozzi dos Vinhos Atlas está a recuperar vinhas velhas e esquecidas com variedades raras, ao longo da Costa Vicentina e a criar as suas uvas em expressões focadas no fresco terroir atlântico – um terroir algarvio, infundido com o forte influência do mar e do sol atlântico.

Sendo o único produtor a criar vinhos de maneira menos interventiva na costa vicentina e um dos poucos que fazem vinhos pouco interventivos no Algarve, não poderíamos estar mais felizes por ter a oportunidade de trabalhar com Filippo e ajudá-lo a transmitir o seu grande talento aos profissionais da região.

Vitor Claro & Rita Ferreira

Vítor foi uma força entre os chefs da área de Lisboa de 2010 a 2016, tendo restaurantes no centro de Lisboa, bem como Cascais. Foi através de uma parceria com o Dirk Niepoort que deu a Vitor um sabor da vida vitivinícola.  Com o passar do tempo, Vitor veio a desejar o rigor e as exigências agrícolas da vinificação mais do que os cortes e queimaduras da cozinha, e eventualmente entregou-se completamente à viticultura.

Centrando no início em parcelas quase escondidas, quase esquecidas de vinhas antigas nas colinas acima de Portalegre, na serra de São Mamede, Vitor e a sua mulher Rita quiseram mostrar uma face diferente do Alentejo – uma face mais fresca, com fruta brilhante, níveis de álcool moderados, e a clara influência da altitude da montanha. Os seus primeiros vinhos foram feitos na pequena Vila de Salão Frio na Serras de Portalegre. 

Com a sua vontade de descobrir e recuperar  mais vinhas antigas e por vezes abandonadas de Portugal ,o seu portfólio cresceu para incluir vinhos de Arruda dos Vinhos, Torres Vedras, Sintra, e mais recentemente Carcavelos – um nome que traz magia do vinho junto com ele para quem conhece a sua história.  

Rodrigo Martins/Espera